Muito de como o Brasil percebe a proteção e conservação ambiental atualmente foi consolidado pelo IBAMA. O instituto trouxe o assunto para a pauta do dia e encontra-se no imaginário do brasileiro como o grande guardião do meio ambiente. Sua forte marca é reconhecida até mesmo onde a presença do Estado é escassa. Ela significa que os recursos naturais devem ser utilizados com racionalidade para obter-se o máximo de desenvolvimento, porém, com o máximo de conservação e preservação, visando sempre sua manutenção para as gerações futuras.
Em 22 de fevereiro de 1989, foi promulgada a Lei nº 7.735, que cria o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Nesse momento, a gestão ambiental passou a ser integrada. Antes, havia várias áreas que cuidavam do ambiental em diferentes ministérios e com diferentes visões, muitas vezes contraditórias. A responsável pelo trabalho político e de gestão era a Secretaria Especial do Meio Ambiente (Sema), vinculada ao Ministério do Interior.
A Sema teve um papel de articulação muito importante na elaboração da Lei 6938/81, que dispõe sobre a Politica Nacional do Meio Ambiente, em vigor até hoje. A lei estabelece o Sistema Nacional de Meio ambiente (Sisnama) e o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), único conselho com poder de legislar. A Politica, além de objetivar a preservação, a melhoria e a recuperação da qualidade ambiental, visa também assegurar o desenvolvimento econômico, mas com racionalidade de uso dos recursos naturais. Foi um grande avanço, principalmente numa época onde a visão que existia era a de desenvolvimento a qualquer preço. Quando a Constituição Federal de 1988 foi promulgada, essa lei foi a única a ser recepcionada na integra. Por outro lado, sua efetivação foi construída.
Dia Internacional da Não-Violência Lembra a Morte de Ghandi
O dia 30 de Janeiro foi proclamado pela ONU como o dia da não-violência em homenagem a Mohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em 1948. Trata-se de uma iniciativa voltada à educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos. Gandhi, também chamado Mahatma (que significa "grande alma", "alma iluminada"), nasceu na Índia, em 1869. É considerado um dos principais expoentes do pacifismo e da luta pelo respeito e realização dos direitos humanos e da justiça. Após estudar direito na Inglaterra, foi trabalhar na África do Sul como advogado. Lá começaram as suas primeiras ações de protesto não-violento contra o racismo, baseadas na resistência pacífica e na não cooperação com as autoridades. Ao fim de anos de luta, e depois de ter conseguido algumas melhorias para a comunidade indiana na África do Sul, decidiu voltar ao seu país de origem a Índia e lutar pela sua independência. O país era uma colônia do Império Britânico. Graças a seus esforços, a Índia conquistou a independência em 1947. Os procedimentos e as formas de luta que Ghandi propôs e utilizou eram: Manifestações pacíficas: diálogos, testemunhos, petições, marchas, jejuns, greves de fome, orações e cooperação com os mais oprimidos. Não-cooperação, por meio de boicote sistemático dos produtos ingleses e da recusa a colaborar com um regime ou com um sistema considerado injusto. Desobediência civil, por meio da violação intencional, organizada, sistemática de leis consideradas injustas. Gandhi teve grande influência entre as comunidades religiosas hindus e muçulmanas da Índia. No entanto, a tensão entre os dois grupos era enorme e resultou no surgimento do Paquistão, país de maioria muçulmana. Foi por tentar unificar hindus e muçulmanos que Gandhi acabou assassinado por um hinduísta radical. Apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e 1948, o pacifista que enfrentou o poder da Inglaterra nunca recebeu o prêmio Nobel da Paz. Décadas depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comitê organizador do prêmio. Além disso, quando o Dalai Lama (Tenzin Gyatso) recebeu o Nobel em 1989, o presidente do comitê disse que o prêmio era "em parte um tributo à memória de Mahatma Gandhi".
Dia Internacional dos Direitos Humanos: uma data para ser lembrada todos os dias do ano
10 de dezembro é o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A data foi instituída em 1950, dois anos após a Organização das Nações Unidas (ONU) adotar a Declaração Universal dos Direitos Humanos como marco legal regulador das relações entre governos e pessoas. Com esse ato, mais do que celebrar, a ONU visava destacar o longo caminho a ser percorrido na efetivação dos preceitos da declaração. Nos trinta artigos do documento estão descritos os direitos básicos que garantem uma vida digna para todos os habitantes do mundo (liberdade, educação, saúde, cultura, informação, alimentação e moradia adequadas, respeito, não-discriminação, entre outros).
A declaração é, nesse sentido, um marco normativo que serve de guia para as condutas de governos e cidadãos. Seus princípios inspiraram e estão amplamente disseminados no arcabouço legal dos mais diversos países, assim como nos inúmeros tratados internacionais que versam sobre o tema.
O Dia Internacional dos Direitos Humanos constitui, portanto, muito mais do que uma data comemorativa. É um dia para a coletividade global relembrar que a garantia efetiva dos direitos humanos – a todos os povos e nações – requer vigilância contínua e participação coletiva. Uma data para reivindicarmos ações concretas de todos os Estados para o cumprimento dos compromissos assumidos com a garantia dos direitos civis, políticos, sociais e ambientais.
Neste 10 de dezembro, busquemos uma reflexão sobre o papel a ser exercido pelo Estado, pelo Ministério Público, pela família e por cada pessoa no avanço e na efetivação das garantias consolidadas pela Declaração dos Direitos Humanos. Essa é uma oportunidade para fazermos um balanço do que os governos já concretizaram em benefício do seu povo e os desafios ainda postos. Um chamado para que os países do mundo refundem o compromisso social de, por meio do ensino e da educação, promover o respeito a todos os direitos e fundamentais.
O Dia Mundial da Alimentação é celebrado anualmente em 16 de outubro. A data foi escolhida pelas Nações Unidas e a cada ano um novo tema é selecionado com o objetivo de chamar a atenção para importantes questões envolvendo a segurança alimentar e nutrição. É uma oportunidade de dar foco ao tema e permitir a compreensão além da busca de soluções para a questão da fome e desnutrição no mundo.
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) definiu como tema para 2013 “Sistemas Alimentares Saudáveis” e propõe uma análise dos impactos dos sistemas alimentares para o meio ambiente. Da plantação à colheita, do processamento às embalagens, do transporte até as prateleiras de comercialização, a comida que chega às nossas mesas passa por diversas fases e para isso utiliza grande quantidade de água e energia, cria perigosos gases de efeito estufa e termina afetando cada planta e animal do planeta.
Recentes estudos apontam e chamam a atenção para o volume impressionante de alimentos desperdiçados anualmente que causam não só grandes perdas econômicas como impacto significativo nos recursos naturais dos quais a humanidade depende para se alimentar, com conseqüências no clima, na água, na terra, ameaçando ecossistemas e a biodiversidade, fatores fundamentais para garantir a produção de alimentos no futuro.
Enquanto a fome ainda é um grande problema para milhões de pessoas em todo o mundo, grande parte dos alimentos produzidos é desperdiçada ou perdida por práticas inadequadas. Toda a cadeia alimentar humana desde a produção ao consumo pode desenvolver formas de impedir que isso ocorra como um desafio a ser seguido. (fonte: site FAO Brasil).
Como poderia ser um sistema alimentar sustentável e como caminhar nessa direção são questões importantes para refletirmos.
Na UMAPAZ desenvolvemos o Programa Alimentação e Meio Ambiente que propõe a reflexão e apreensão de práticas que permitam a incorporação e multiplicação de atitudes favoráveis relacionadas às questões socioambientais em todas as etapas do ciclo de produção, consumo e destinação final de resíduos, levando em consideração aspectos da diversidade cultural da nossa população. Visa ainda o reconhecimento de práticas conscientes de consumo como estratégias de promoção de saúde individual, coletiva e ambiental com impactos sociais e ambientais positivos, além das atividades práticas e teóricas ligadas à cozinha sustentável e saudável.
Neste sentido o programa tem o objetivo de desenvolver na UMAPAZ um espaço de educação que possibilite a aquisição de conhecimentos teóricos e práticos visando à integração das diversas dimensões que constituem o reconhecimento da Alimentação Sustentável no nosso contexto atual. As atividades são oferecidas por meio de palestras, cursos e oficinas direcionados a educadores, profissionais da saúde e público em geral.
Neste mês organizamos um ciclo de palestras que tem o objetivo de abordar diversos aspectos da temática que possibilitem a reflexão e diálogo na perspectiva de uma alimentação compatível com o momento atual, na direção da sustentabilidade e também do prazer de comer e conviver.
Comemoramos, no dia 9 de agosto, o Dia Internacional dos Povos Indígenas. Oficializado em 1994 (resolução 49/214, de 23 de Dezembro) pela ONU (Organização das Nações Unidas), o Dia Internacional dos Povos Indígenas é celebrado em reconhecimento à primeira reunião do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Populações Indígenas, em Genebra, em 1982.
O objetivo dessa celebração mundial é fortalecer as alianças que buscam resolver os problemas enfrentados pelos povos indígenas, nas mais diversas áreas, como o desenvolvimento social e econômico, a educação, a saúde, o meio ambiente, entre outras dos direitos humanos.
Além da data, a ONU já desenvolveu outros projetos para mobilização da comunidade mundial: a instituição de 1993 como o Ano Internacional dos Povos Indígenas; a Década Internacional dos Povos Indígenas, instituída a partir de 10 de dezembro de 1994 (resolução 48/163); e, em 2004, a proclamação da Segunda Década Internacional dos Povos Indígenas (resolução 59/174).
No Brasil
De acordo com o Censo 2010, vivem hoje no Brasil mais de 800 mil índios, distribuídos entre 683 terras indígenas e áreas urbanas. E, ainda, os grupos que buscam o reconhecimento de sua condição indígena junto ao governo federal, através do órgão representado pela Funai (Fundação Nacional do Índio).
Segundo a Funai, estima-se que, há 500 anos, eram faladas no Brasil cerca de 1.300 línguas indígenas diferentes; hoje, são apenas 180 dialetos, número que não contabiliza os idiomas falados pelas comunidades indígenas isoladas, já que o idioma nativo nem sempre pode ser estudado, por se tratar de uma cultura oral, sem registros formalizados.
Quando os navegantes europeus chegaram ao Brasil, pensaram ter chegado às Índias; assim, por uma denominação genérica, nomearam os povos nativos de índios. Mesmo depois de percebido o erro geográfico, continuaram a chamá-los dessa forma, ignorando as diferenças linguístico-culturais. Como o objetivo do processo colonizador era o domínio e a exploração social, econômica e religiosa, os nativos foram tratados de forma homogênea.
Segundo a Funai, o critério de definição mais utilizado é também cercado de discussões de caráter político: o Estatuto do Índio (lei nº. 6.001, de 19/12/1973), diz que “um grupo de pessoas pode ser considerado indígena ou não, se estas pessoas se considerarem indígenas, ou se assim forem consideradas pela população que as cerca.”
Hoje, independente das definições, é necessário refletir e valorizar a identidade étnica de cada grupo indígena, compreendendo sua forma de organização social e cultural e, com isso, respeitando os direitos coletivos e individuais, em busca de um convívio harmonioso e pacífico, que leva cultura e riqueza para todo o mundo.
Fonte: Retirado na íntegrado site “Portal Educar Brasil”
De acordo com a UNESCO, “Cultura de Paz é paz em ação; é o respeito aos direitos humanos no dia-a-dia; é um poder gerado por um triângulo interativo de paz, desenvolvimento e democracia. Enquanto cultura de vida trata de tornar diferentes indivíduos capazes de viverem juntos, de criarem um novo sentido de compartilhar, ouvir e zelar uns pelos outros, e de assumir responsabilidades por sua participação numa sociedade democrática que luta contra a pobreza e a exclusão; ao mesmo tempo em que garante igualdade política, equidade social e diversidade cultural.”.
Se pensarmos em nossa própria história, podemos afirmar que, em diversos momentos, falhamos em respeitar os direitos do próximo, a Vida, a natureza, as diferenças, os limites sociais e éticos das nossas ações, entre outras coisas. Vivemos num momento delicado onde os esforços unidos dos povos da terra se faz necessário para que possamos marchar em busca do que há muito tempo perdemos, a humanidade.
Colaborando com isso, o preâmbulo da Carta da Terra diz que “estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que, nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.”.
A Cultura de Paz não pretende que os instintos agressivos que fazem parte da nossa natureza sejam erradicados totalmente, tarefa aparentemente impossível e atétotalitária, e sim que outras tendências nossas de altruísmo, solidariedade e amor, sejam predominantes nas nossas relações. Com estas tendências assumidas, poderemos contribuir para a ampliação da percepção e compreensão das questões socioambientais, além de construir uma sociedade global justa, sustentável, pacífica e harmônica.
A UMAPAZ prega esse modelo de vida e contribui para a autonomia do pensamento, estimulando a criatividade, a responsabilidade com o planeta e a solidariedade entre os seres humanos e, agora, convida você a participar dessa rede.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
ANO 8 - ABRIL DE 2012
AMIGOS DA UMAPAZ
Na UMAPAZ podemos dar as mãos para aprender a dançar juntos inspirados em passos tradicionais dos povos ou passos trazidos pela contemporaneidade que nos convida a exercitar a criatividade, a refletir sobre como agimos em nosso cotidiano e às mudanças de atitude que se fazem tão necessárias para a manutenção da vida para as gerações futuras. Como posso aprender a dar passos diferentes em minha vida? Em minha família? Em minha comunidade? Na minha atuação profissional?
Nas Danças Circulares Sagradas (DCS) podemos encontrar a reconexão com cinco elementos fundamentais da vida: a terra que nos sustenta, apóia, acolhe, fornece os recursos necessários para cada dia, onde caminhamos os passos da nossa dança; o céu que nos inspira, nos relembra os sonhos, traz a imaginação criativa, nos enleva; o grupo ao qual pertencemos, que caminha conosco os mesmos passos conscientes da diversidade de cada ser no círculo; o centro que nos une, ponto de reunião da vida que nos habita, alimento verdadeiro do ser e o silêncio, o invisível, o imponderável, o sagrado, o grande mistério.
Na entrada deste outono relembramos a reconexão individual necessária com estes cinco elementos - terra, céu, grupo, centro e silêncio - para que possamos seguir fluindo, tecendo e recriando nossas ações alinhadas com os princípios da Carta da Terra que nos convida a “somar forças para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz.” (trecho do preâmbulo da Carta da Terra).
Para quem quiser conhecer mais sobre o trabalho pode comparecer à roda aberta de DCS que acontece às quartas-feiras das 9 às 11 horas na UMAPAZ (espaço da serraria, portão 7 - Parque Ibirapuera) e/ou acompanhar a seguir no boletim a programação de rodas descentralizadas e voluntárias que acontecem nos parques municipais.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
ANO 8 - ABRIL DE 2012
AMIGOS DA UMAPAZ
Na UMAPAZ podemos dar as mãos para aprender a dançar juntos inspirados em passos tradicionais dos povos ou passos trazidos pela contemporaneidade que nos convida a exercitar a criatividade, a refletir sobre como agimos em nosso cotidiano e às mudanças de atitude que se fazem tão necessárias para a manutenção da vida para as gerações futuras. Como posso aprender a dar passos diferentes em minha vida? Em minha família? Em minha comunidade? Na minha atuação profissional?
Nas Danças Circulares Sagradas (DCS) podemos encontrar a reconexão com cinco elementos fundamentais da vida: a terra que nos sustenta, apóia, acolhe, fornece os recursos necessários para cada dia, onde caminhamos os passos da nossa dança; o céu que nos inspira, nos relembra os sonhos, traz a imaginação criativa, nos enleva; o grupo ao qual pertencemos, que caminha conosco os mesmos passos conscientes da diversidade de cada ser no círculo; o centro que nos une, ponto de reunião da vida que nos habita, alimento verdadeiro do ser e o silêncio, o invisível, o imponderável, o sagrado, o grande mistério.
Na entrada deste outono relembramos a reconexão individual necessária com estes cinco elementos - terra, céu, grupo, centro e silêncio - para que possamos seguir fluindo, tecendo e recriando nossas ações alinhadas com os princípios da Carta da Terra que nos convida a “somar forças para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz.” (trecho do preâmbulo da Carta da Terra).
Para quem quiser conhecer mais sobre o trabalho pode comparecer à roda aberta de DCS que acontece às quartas-feiras das 9 às 11 horas na UMAPAZ (espaço da serraria, portão 7 - Parque Ibirapuera) e/ou acompanhar a seguir no boletim a programação de rodas descentralizadas e voluntárias que acontecem nos parques municipais.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
ANO 8 - JANEIRO DE 2012
AMIGOS DA UMAPAZ
Apresentamos a história – até aqui - de um sonho coletivo, empreendimento socioambiental público da Cidade de São Paulo: a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz – UMAPAZ, Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, descrita na coletânea Aprendizagem Socioambiental em Livre Percurso – a experiência da UMAPAZ disponível, em pdf, no seguinte endereço: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/publicacoes_svma/index.php?p=49040
A publicação Aprendizagem Socioambiental em Livre Percurso tem o propósito de expor a experiência e a abordagem metodológica da UMAPAZ, que incorporaram princípios e orientações contemporâneos para a educação ambiental, crítica e inclusiva, os valores da cultura de paz e da Carta da Terra, a inspiração da Educação Gaia, buscando construir o seu próprio invento, um modo de ser no mundo pautado pela recomposição do sentimento de pertencimento, da visão da interdependência sistêmica da vida, das espécies, uns dos outros, e pelo reconhecimento dos componentes éticos dessa teia.
Em meio ao processo das mudanças climáticas e suas possíveis consequências, a visão de que o estilo de vida de parte da humanidade vem contribuindo para riscos planetários e localizados, ao reconhecimento da intolerável situação de vulnerabilidade de muitas espécies e grupos humanos, consideramos que é preciso e possível transformar riscos em oportunidades, mitigar efeitos e promover adaptações, transmutar vulnerabilidades em resiliência, acomodação em mudança. E, sobretudo, entendemos que educação é fundamental para compreender, respeitar, mover, amar.
Com essa singela produção vai uma imensa esperança de que, ao lado de outros empreendimentos sociais que nos inspiraram e dos que eventualmente possamos inspirar, compartilhemos um renovado respeito à vida, capaz de sustentar e fortalecer nossa coragem para transformar indiferença em amor.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz – UMAPAZ
DEZEMBRO DE 2012
AMIGOS DA UMAPAZ
Este boletim extraordinário é para entregar a vocês a história – até aqui - de um sonho coletivo, empreendimento socioambiental público da Cidade de São Paulo: a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz – UMAPAZ, Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. A coletânea Aprendizagem Socioambiental em Livre Percurso – a experiência da UMAPAZ está disponível, em pdf, no seguinte endereço:
Convidamos para o lançamento da publicação e para uma sessão de homenagens do Programa Vidas Inspiradoras, no dia 20 de dezembro de 2012, das 10 às 12 horas, na Escola Municipal de Astrofísica, ao lado do Planetário do Parque do Ibirapuera.
A publicação Aprendizagem Socioambiental em Livre Percurso tem o propósito de expor a experiência e a abordagem metodológica da UMAPAZ, que incorporaram princípios e orientações contemporâneos para a educação ambiental, crítica e inclusiva, os valores da cultura de paz e da Carta da Terra, a inspiração da Educação Gaia, buscando construir o seu próprio invento, um modo de ser no mundo pautado pela recomposição do sentimento de pertencimento, da visão da interdependência sistêmica da vida, das espécies, uns dos outros, e pelo reconhecimento dos componentes éticos dessa teia.
Em meio ao processo das mudanças climáticas e suas possíveis consequências, a visão de que o estilo de vida de parte da humanidade vem contribuindo para riscos planetários e localizados, ao reconhecimento da intolerável situação de vulnerabilidade de muitas espécies e grupos humanos, consideramos que é preciso e possível transformar riscos em oportunidades, mitigar efeitos e promover adaptações, transmutar vulnerabilidades em resiliência, acomodação em mudança. E, sobretudo, entendemos que educação é fundamental para compreender, respeitar, mover, amar.
Com essa singela produção vai uma imensa esperança de que, ao lado de outros empreendimentos sociais que nos inspiraram e dos que eventualmente possamos inspirar, compartilhemos um renovado respeito à vida, capaz de sustentar e fortalecer nossa coragem para transformar indiferença em amor.
VIDAS INSPIRADORAS - HOMENAGEM A:
ANDRÉ REBOUÇAS, VIVEKANANDA, ELLEN G. WHITE E NICHOLAS ROERICH
Programa Vidas Inspiradoras
O propósito do Programa Vidas Inspiradoras é divulgar a obra de pessoas de várias partes do mundo, oriundas de diferentes culturas, filosofias de vida, ocupações, formações, que contribuíram, de algum modo, para uma forma de convivência, de pensar e de agir compatíveis com os valores da cultura de paz. Exemplos que, na sua diversidade, podem nos inspirar e ajudar a fazer um mundo melhor.
De 2008 a 2012, foram homenageadas 26 personalidades, com as quais foi composto um painel com os respectivos retratos, no prédio sede da UMAPAZ: Aracy Guimarães Rosa; Betinho, Chiara Lubich; Chico Mendes, Daisaku Ikeda, Dalai Lama, Ellen Johnson Sirleaf, Francisco de Assis, Francisco José de Abreu Matos, Helder Câmara, Irena Sendler, Irmãos Villas Boas, Marina Silva, John Lenon, José Goldenberg, Marechal Rondon, Mahatma Gandhi, Leon Tolstoi. Leimah Gbowee, Martin Luther King, Nelson Mandela, Paulo Evaristo Arns, Paulo Freire, Rudolf Steiner, Sérgio Vieira de Mello, Tagore, Tawakkul Karman, Tatiana Berlinky, Wangari Maathai e Zilda Arns.
Em novembro de 2012 recebemos do artista Rodrigo Schiavoni, doação dos direitos autorais de desenhos dessas personalidades homenageadas pelo Programa, para uma futura publicação, destinada à distribuição gratuita.
Os homenageados do dia 20 de dezembro de 2012 são:
André Pinto Rebouças, Abolicionista brasileiro, engenheiro, inventor, nasceu em Cachoeira, Bahia, em 13 de janeiro de 1838 e faleceu em 09 de maio de 1898. Dele disse Joaquim Nabuco: “Rebouças encarnou, como nenhum outro de nós, o espírito antiescravagista” (NABUCO,1977:199). André Rebouças defendeu igualmente a abolição da miséria.
Swami Vivekananda, Fundador da ordem monástica vedanta Hamakrishna, formado em filosofia e história, profundo conhecedor da história da Índia. Vivekananda teve papel decisivo na introdução da Vedanta e da Yoga no Ocidente, contribuindo para o crescimento da consciência interreligiosa. Ficou conhecido seu inspirador discurso no Parlamento das Religiões do Mundo, em Chicago, 1893, iniciado com a expressão “irmãs e irmãos da América”. Nasceu Narendranath Dutta, em 12 de janeiro de 1863, na Índia e faleceu em 4 de julho de 1902.
Ellen G. White, liderança adventista, escritora, viajou pelos EUA, Europa e Austrália, difundindo temas espirituais e questões relacionadas à saúde, bem-estar e qualidade de vida em numerosos livros e discursos. É do seu livro Educação o pensamento de que “Todo estudante precisa compreender a relação entre a maneira simples de viver e a norma elevada no pensar” (WHITE, 2003:22,9ª Ed). Nasceu em 26 de novembro de 1827, em Gorham, Maine, EUA e faleceu em 16 de julho de 1915
Nikolai K. Roerich, formado em direito e artes, disseminou, com sua esposa Helena Roerich, conhecimentos e práticas espiritualistas, e deixou vasta produção artística. Por sua proposição foi assinado, em 1935, um Pacto, por 21 nações das Américas, como Tratado de União Cultural, que considera neutros e passíveis de proteção e respeito, em tempo de guerra e em tempo de paz, os monumentos históricos, museus, instituições científicas, artísticas, educacionais e culturais, bem como os funcionários dessas instituições, e institui uma bandeira distintiva (círculo vermelho com três esferas vermelhas dentro do círculo, em fundo branco), para sinalizar esses locais. Roerich nasceu em São Petersburgo, Rússia, em 19 de outubro de 1874 e faleceu em 13 de dezembro de 1947, no Vale Kulu – Himalia.
Coordenação do Programa: Nadime Boueri e André Luiz Moura de Alcântara
Dia: 20 de dezembro de 2012
Horário: das 10h às 11h45
Local: Escola Municipal de Astrofísica (ao lado do Planetário) – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera. Portão 10, somente para pedestres e Portão 3 estacionamento (Zona Azul).
ACONTECEU
08 e 09 de dezembro de 2012, das 10h às 17h, realizou-se a Celebração da UMAPAZ
O Programa contou com a participação dos seguintes facilitadores: Adriano Galhardo, Agni Muller, Alessandra Vilhena, Ana André, Arlenice Juliani (Nice), Cecília Ferri, Eliete Ramos, Elizete Buriti (Lindinha), Estela Gomes, Eveline Limaverde, Fã-clube Star Wars – Conselho Jedi de São Paulo, Fernando Neme, Graça de Micco, Jerusha Chang, Marcio Grou, Miriam Winiaver Garini, Renata Maitino, Rivelene Waldvogel (Riva), Robson Santos, Rodrigo Vitale, Rony Cássio, Rose Inojosa, Tatyana Ramalho, Vanessa Barum, equipe UMAPAZ e com a parceira do Instituto de Geociências da USP (professores e alunos-monitores)
A organização foi realizada pela equipe da UMAPAZ.
As atividades foram livres e gratuitas para os interessados. Estima-se que passaram pela celebração 146 adultos, jovens e crianças.
A UMAPAZ é um Departamento da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da Prefeitura do Município de São Paulo. Em funcionamento desde 2006, aUMAPAZ tem por objetivo o fomento e a facilitação da formação de pessoas para a convivência socioambiental sustentável e pacífica, transdisciplinaridade e interculturalidade, cultura de paz e não-violência e acesso universal à informação.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
ANO 7 - NOVEMBRO DE 2012
"- São as minha memórias, dona Benta. - Que memórias, Emília? - As memórias que o Visconde começou e eu estou concluindo. Neste momento estou contando o que se passou comigo em Hollywood, com a Shirley Temple, o anjinho e o sabugo. É um ensaio duma fita para a Paramount. - Emília! exclamou dona Benta. Você quer nos tapear. Em memórias a gente só conta a verdade, o que houve, o que se passou. Você nunca esteve em Hollywood, nem conhece a Shirley. Como então se põe a inventar tudo isso? - Minhas memórias, explicou Emília, são diferentes de todas as outras. Eu conto o que houve e o que deveria haver[...]" (Monteiro Lobato, 1950, p.129)
Reproduzimos esse trecho delicioso de Memórias de Emília para falar da contação de histórias, uma das abordagens utilizadas no processo de construção do conhecimento socioambiental. Com a metodologia do livre percurso de aprendizagem, a UMAPAZ procura alcançar as pessoas por duas vias, que dialogam o tempo todo: encantamento e entendimento. Nessa empreitada, é preciso contar histórias, usar parábolas, metáforas sobre o que houve e o que deveria haver, para despertar interesse e estimular a visão crítica das situações, trabalhando no interstício entre razão e sensibilidade. Com a imaginação criamos futuros, preparamo-nos para a ação. Por isso a contação de histórias não é apenas para as crianças, mas para educadores, pais e todos nós.
Contamos com especialistas muito bem preparados para isso. Neste mês de novembro, estão em ação, em diferentes parques da cidade, Irene Mitsue Tanabe, graduada em Comunicação Social, com Histórias da Mata Atlântica, contadas com origamis; Nadime Boueri, bibliotecária, educadora da equipe da UMAPAZ, com Semeando cultura de paz com histórias, jogos e cantigas para crianças; Miriam Winiaver Garini, cientista social, atriz e professora, que já apresentou histórias de Shakespeare em vários parques e agora oferece Histórias de Árvores do Brasil e do Mundo e Cecília Martin Ferri, fonoaudióloga pós-graduada em Terapia Ramain pelo IAL- Instituto ASRI-Labyrinthe e Universidade Metodista, construindo com os participantes as muitas formas de contar e de elaborar histórias de modo participativo, com a confecção de tapetes contadores e outras estratégias.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
ANO 7 - SETEMBRO DE 2012
UMA CARTA VIVA PARA CELEBRAR O DIA DA ÁRVORE E O
DIA INTERNACIONAL DA PAZ
No dia 21 de setembro de 2012 vamos escrever uma Carta Viva: um bosque.
Um bosque, tal como os parques da cidade, grandes ou pequenos, naturais ou plantados, é uma mensagem viva para os contemporâneos e para as gerações futuras.
Plantar é um compromisso com a vida, uma oportunidade para expressar nossa gratidão e reconhecer a interdependência entre todos os seres. É, também, uma oportunidade para relembrar que há um trabalho de cuidado com a vida que precisa ser contínuo, com cada geração preocupando-se com o bem-estar das seguintes.
Rubem Alves lembra a beleza desse trabalho geracional, propondo-se a “plantar uma árvore a cuja sombra nunca me assentarei.” Outros virão e se assentarão e colherão seus frutos, sua sombra, encherão seus pulmões de oxigênio, assim como nós colhemos hoje os frutos plantados por nossos antepassados.
As árvores são mensageiras do tempo. Escolhemos para o nosso pequeno bosque exemplares da Mata Atlântica: Peroba Rosa; Pindaíba Preta; Canela Amarela, Jaracatião, Marinheiro, Mutambo, Cabuçu, Maria Mole, Curiola, Fruto do Pombo, Araçá do Mato.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
ANO 7 - AGOSTO DE 2012
PEGADA ECOLÓGICA
Como as marcas que deixamos na areia ao caminhar, produzimos pegadas coletivas que expressam o impacto do nosso estilo de vida nos recursos naturais do planeta, de uma região, de um local.
A pegada ecológica é uma das formas de calcular a pressão do consumo das populações humanas sobre os recursos naturais. Trata-se de uma das possíveis medições, parte de uma “família de pegadas”, que incluem medições que focalizam aspectos como a água (pegada hídrica) e a emissão de carbono (pegada de carbono).
Conhecer essa pressão ajuda a considerar a urgência de repensar nossos hábitos de consumo, individuais e coletivos, e contribui para a formulação, o reforço ou a transformação de políticas públicas.
Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz - UMAPAZ
ANO 7– ABRIL DE 2012
ALÔ GERAL: REFORMA NA UMAPAZ
Queridos parceiros, alunos, professores, gaianos, carteiros e todos os amigos da UMAPAZ.
A casa sede da UMAPAZ vai ganhar uma reforma para ficar mais sustentável e melhorar nossas condições de convivência.
Por isso, durante cinco meses – de abril a agosto – a equipe e os cursos serão deslocados para outros espaços. Nesse período, a UMAPAZ não vai interromper seu trabalho. Ao contrário, estamos intensificando, ano a ano, a nossa oferta e produção e assim será em 2012.
A Secretaria Escolar e a área de contratação de professores funcionarão, a partir do dia 02 de abril, na Escola de Astronomia e Astrofísica (EMA), em frente ao Planetário do Ibirapuera, com entrada para pedestres pelo portão 10 do Parque do Ibirapuera e pelo portão 3, com estacionamento (Zona Azul).
Durante o período da reforma, os cursos serão realizados na Escola de Astronomia e Astrofísica, no Parque Jardim da Luz e na sede da Secretaria, no Paraíso. Vejam, no Boletim, as informações sobre os próximos cursos, já por local de realização, e programem a sua participação.
Esperamos que vocês continuem conosco, frequentando e ministrando cursos e atividades durante esse período e ajudando na sua divulgação.
Vamos manter a mobilização de corações e mentes para que possamos reabrir a sede da UMAPAZ ao final da reforma, com muita alegria, pois “se não é divertido, não é sustentável!”.
De 26 a 28 de abril - O Programa Carta da Terra em Ação foi selecionado para apresentação no XII Congresso Internacional de Cidades Educadoras, a realizar-se em Changwon, na Coréia do Sul.
·De 28 a 31 de março de 2012 - A experiência metodológica da UMAPAZ, com o título Transformação em Livre Percurso; e os Programas Carta da Terra em Ação: capacitação de agentes socioambientais urbanos - Educação Gaia Brasil e Danças Circulares como instrumento de Educação Ambiental e Cultura de Paz foram selecionados para apresentação no VII Fórum de Educação Ambiental, em Salvador (BA).
Dia 20 de março, na sede da UMAPAZ, reunião preparatória da Rio+20 com os Secretários Municipais de Meio Ambiente das Cidades de São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Vitória, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
PROGRAMAS E CURSOS DA UMAPAZ REALIZADOS NA ESCOLA MUNICIPAL DE ASTROFÍSICA
LOCAL: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 10 (pedestres) ou portão 3 (estacionamento com zona azul)
·Curso: Cultura de Paz e Música
Objetivo a sensibilização musical a partir da escuta por adoção de práticas de preparação corporal para maior sensibilização dos sentidos. A audição será o foco principal desse trabalho, silenciar, ouvir, perceber as várias nuances sonoras apresentadas para o desenvolvimento da percepção musical. Repertório cuidadosamente construído com valores da cultura de paz.
Coordenação:Glacilda Pinheiro Correia Pedroso
Facilitação: Ana Claudia
Dias e horário: 10, 11, 17 e 24 de abril e 08 de maio– 3º feiras, das 8h30 às 12h30
Local: Ateliê – Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
“Danças da Lua” são encontros de mulheres que visam, a partir da ativação do poder feminino, atuar criativamente de forma a harmonizar todo tipo de relações do nosso cotidiano. O nosso planeta, nossa Mãe Terra, pede mais que nunca a criação de uma nova sociedade, mais flexível, aberta, tolerante, que saiba escutar, inferir beleza, equilíbrio e harmonia
Coordenação:Eveline Limaverde
Facilitação: Patricia Limaverde
Dias e horários: 27 de abril, 25 de maio e 22 de junho – 6ª feiras, das 9h às 18h
Local: Casa de Chá - Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
Tem por objetivo estimular práticas ancestrais e modernas de integração harmoniosa com o meio ambiente, além de propagar a cultura de paz por meio de mitos, símbolos, ritos transculturais e suas correspondências atuais.
Coordenação:Thereza Rosa
Facilitação: Samuel Souza de Paula
Dias e horário:26 de abril; 03, 10, 17, 24 e 31 de maio – 5ª feiras, das 9h às 12h
Local: Casa de Chá - Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
·Curso: Educação Ambiental em Parques Urbanos: Metodologia para elaboração de trilha monitorada
Aulas teóricas na sede da UMAPAZ e aulas práticas, com visitação e exercícios de monitorias, nos parques Jardim da Luz e Alfredo Volpi. O curso será encerrado em sala, na UMAPAZ, com uma oficina de elaboração de projetos para trilhas monitoradas.
Turma 2 - Dias 12, 19 e 26 de março; 02 e 09 de abril, segundas-feiras, das 14h às 18h. (Inscrições encerradas para essa turma)
Turma 3 - Dias 19 e 26 de abril; 03,10 e 17 de maio, quintas-feiras, das 14h às 18h
Publico focalizado: administradores e funcionários dos parques municipais e das Divisões de Gestões Descentralizadas – DGDs.
Facilitação e Coordenação: Virginia Talaveira Tristão - Divisão Técnica de Difusão e Projetos de Educação Ambiental, DEA/UMAPAZ.
Local: Casa de Chá – Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
·Curso: Vida Integral e Bem estar na Cultura de Paz – TURMA 01
O curso tem como objetivo promover o bem estar em todas as dimensões (Físico, Ambiental, Profissional, Cultural, Emocional e Mental) por adoção de práticas que as integrem e promovam a transformação do comportamento e estilo de vida para uma vida mais saudável e plena. A prática da Saúde Integral é a interação de todas essas dimensões em uma única estrutura que permite a visualização e o cuidado desses aspectos de forma simples, integrada e coesa, promovendo então o bem estar.
Coordenação: Glacilda Pinheiro
Facilitação: Roberta Ribeiro
Dias e horário: 10, 17 e 24 de abril e 08 de maio - 3º feiras, 8h às 11h
Local: Casa de Chá – Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
·Curso: Vida Integral e Bem estar na Cultura de Paz – TURMA 02
O curso tem como objetivo promover o bem estar em todas as dimensões (Físico, Ambiental, Profissional, Cultural, Emocional e Mental) por adoção de práticas que as integrem e promovam a transformação do comportamento e estilo de vida para uma vida mais saudável e plena. A prática da Saúde Integral é a interação de todas essas dimensões em uma única estrutura que permite a visualização e o cuidado desses aspectos de forma simples, integrada e coesa, promovendo então o bem estar.
Coordenação: Glacilda Pinheiro
Facilitação: Roberta Ribeiro
Dias e horário: 13 e 20 de abril e 04 e 11 de maio – 6º feiras, 13h às 16h
Local: Casa de Chá – Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
Trabalha tradições culturais que estruturam os passos e os gestos simbólicos do dançar, possibilitando maior assimilação, compreensão e respeito diante da diversidade e auxilia no desenvolvimento de uma visão de mundo pacífica e sustentável.
Coordenação: Estela Maria Guidi Pereira Gomes e Thereza Rosa
Facilitação: Estela Maria Guidi Pereira Gomes e Samuel Souza de Paula
Data: 19 de abril – 5ª feira
Horário: 9h – 12h
Local: Casa de Chá – Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
PROGRAMAS E CURSOS DA UMAPAZ REALIZADOS NA SEDE DA SECRETARIA DO VERDE E DO MEIO AMBIENTE (SVMA)
LOCAL: Rua do Paraíso, 387 - Térreo
·Curso: As Energias Renováveis: Necessidades Econômicas e/ou Ambientais?
Refletir sobre a relação entre a segurança energética, baseada na manutenção do modelo socioeconômico, bem como relacioná-la com a segurança ambiental e, consequentemente, relacioná-los nos aspectos locais e globais. Esses por sua vez, resultantes do excesso de consumo de energia fóssil.
Dias e horário: Abril: 09, 11, 16, 18, 23 e 25; Maio: 07, 09, 14, 16, 21, 23, 28 e 30; Junho: 04, 11, 13, 18, 20, das 19h às 22h – 2ª e 4ª feiras.
Coordenação: Georges Kharlakian Jr.
Facilitação: Dr. Leandro Belini
Local: Auditório SVMA - Rua do Paraíso, 387 – Térreo
·Curso: Direito e Cidadania Socioambiental - Instrumentos Jurídicos e Políticos para a prática do novo Direito da Sustentabilidade
Analisar postulados, conceitos e normas do direito ambiental (nacional e internacional), o emergente “direito da sustentabilidade” e sua relação com os desafios de gestão socioambiental contemporânea e a pratica de uma nova governança ambiental multissetorial e participativa.
Coordenação: Georges Kharlakian Jr.
Facilitação: Ricardo Stanziola
Datas: 21/4, 05 e 19/5, 02, 16 e 30/06, sábados, das 9h às 13h e das 14h às 17h
Local: Auditório SVMA - Rua do Paraíso, 387 – Térreo.
PROGRAMAS E CURSOS DA UMAPAZ REALIZADOS NA ESCOLA MUNICIPAL DE JARDINAGEM
LOCAL: Av. IV Centenário, s/n – Portão 5 – Parque Ibirapuera (ao lado da administração)
·Curso: Mediação de Conflitos
O curso realizado pela UMAPAZ em parceria com o Instituto 5 Elementos, abordará a complexidade da sociedade contemporânea, diversidade humana, econômica e cultural em São Paulo. Relações de vizinhança e de poder, elementos constitutivos de relações e conflitos socioambientais. Caracterização de conflitos socioambientais em meio urbano e sua relação com os direitos individuais, coletivos e difusos; cultura de paz e resolução pacífica de conflitos.
Facilitadores: Dra. Sandra Inês Granja em conjunto com o Instituto 5 Elementos.
Coordenação: Glacilda Pinheiro Corrêa.
Público Focalizado: educadores, conselheiros, estudantes e demais interessados.
Dias e Horários: 7, 14, e 28 de abril – sábados; 11, 18 e 25 de abril – 4ª feiras. (a 6ª aula do curso terá data aberta a definir).
Horário: Sábados das 8h30 às 17h30 e quartas-feiras das 18h30 às 22h30
·Curso: O Diálogo com o Barro: O Encontro com o Criativo
O contato com a energia da terra desperta a sensibilidade, alivia as tensões e satisfaz os mais profundos e primitivos instintos humanos da natureza criativa. É um material vivo que nos coloca em contato com a natureza e os quatros elementos: terra, água, ar e fogo, despertando a consciência para a natureza e possibilitando o reconhecimento da nossa natureza interna.
Dias, horários e locais: 12, 19 e 26 de março, das 13h às 18h na UMAPAZ; 02, 09, 16 e 23 de abril; 07, 14, 21 e 28 de maio e 04 de junho, das 13h às 18h no Galpão do Viveiro Manequinho Lopes.
Facilitadora: Regina Chiesa
Coordenação: Márcia Amélia Moura - docente da UMAPAZ
Público: Profissionais da área da educação e saúde que possam multiplicar essa proposta mobilizando novos caminhos na cultura de paz.
Vagas: 30 pessoas – haverá seleção entre os 50 primeiros inscritos.
·Oficina “Danças Circulares e sabedoria dos povos”
A partir da vivência com as danças e do conhecimento das tradições culturais que as inspiram, buscamos estimular o autoconhecimento, o respeito às diferenças e exercitar os valores da Cultura de Paz tais como respeito, ética, diversidade, afetividade, cooperação e sensibilização sobre as questões ambientais.
Dias e Horário: 08, 15, 22 e 29 de março das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas (às quintas–feiras o dia todo) na UMAPAZ; 19 de abril de 2012, das 9 às 12 horas (só de manhã) no Parque Jardim da Luz
Focalizadores: Estela Maria Guidi Pereira Gomes e Samuel Souza de Paula
Coordenação: Estela Maria Guidi Pereira Gomes e Thereza Christina Rosa
Público focalizado: educadores da rede municipal, estadual e privada; profissionais da área de meio ambiente ou da saúde, que atuem com grupos.
·Oficina “Danças Circulares e sabedoria dos povos”
A partir da vivência com as danças e do conhecimento das tradições culturais que as inspiram, buscamos estimular o autoconhecimento, o respeito às diferenças e exercitar os valores da Cultura de Paz tais como respeito, ética, diversidade, afetividade, cooperação e sensibilização sobre as questões ambientais.
Dias e Horário: 08, 15, 22 e 29 de março das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas (às quintas–feiras o dia todo) na UMAPAZ; 19 de abril de 2012, das 9 às 12 horas (só de manhã) no Parque Jardim da Luz
Focalizadores: Estela Maria Guidi Pereira Gomes e Samuel Souza de Paula
Coordenação: Estela Maria Guidi Pereira Gomes e Thereza Christina Rosa
Público focalizado: educadores da rede municipal, estadual e privada; profissionais da área de meio ambiente ou da saúde, que atuem com grupos.
·Curso: Biodanza e Cultura de Paz
Estimular e desenvolver a integração entre o sentir-pensar-agir consigo mesmo, com o outro e com o universo. Os potenciais humanos através de cinco linhas de vivência: vitalidade, sexualidade, criatividade, afetividade e transcendência. A renovação orgânica e existencial. Esses objetivos visam contribuir para a valorização da comunidade da vida e da cultura de paz.
Local: Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro - Tel.(11) 3227-3545.
Dias e Horário: 21 e 28 de março; 04, 11, 18 e 25 de abril, quartas-feiras, das às
Facilitador: Ilson Barros
Coordenação: Márcia Amélia Moura - docente da UMAPAZ
·Curso: Jogos Cooperativos e Pedagogia da Cooperação
Apresentar e praticar os Jogos Cooperativos; compreender os fundamentos da Pedagogia da Cooperação; vivenciar e praticar a Paz em Ação.
Coordenação: Estela Gomes
Focalização: Adriano Galhardo
Datas: 19 e 26 de março; 02, 09, 16, 23 de abril – 2ª feiras
Horário: 9h00 – 12h00
Local: Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro - Tel.(11) 3227-3545
·Curso: Danças da Paz Universal
Prática de danças e cantos de diferentes tradições culturais que auxiliam na percepção da unidade, com conceitos de cultura de paz.
Coordenação: Estela Gomes
Facilitação: Mônica Goberstein
Datas: 23 e 30 de março; 13, 20 de abril; 04 e 11 de maio – 6ª feiras, das 8h30 às 11h30
Local: Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, s/n – Bom Retiro
·Curso: Alfabetizando pela Paz
A alfabetização é um marco na vida de uma criança. Decifrar o código alfabético apreendendo e estruturando conteúdos pode ser um processo prazeroso quando o educador se torna um verdadeiro mediador da paz, integrando pensamento, afetividade, percepção, intuição e imaginação. Ao aprender a ler a criança alça vôo por todos os cantos ampliando seu mundo. Ao aprender a escrever concede voz aos pensamentos partilhando-os. A metodologia prevê encontros com apresentação de teoria e vivências partilhadas.
Dias e Horário: 10, 17, 24 e 31 de março e 14 e 28 de abril, aos sábados, das 8h às 12h.
Local: Escola de Astrofísica (ao lado do Planetário Ibirapuera) - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Pq. Ibirapuera (portão 10 somente para pedestres; portão 3 estacionamento Zona Azul).
Facilitadora: Maria Cecília Ferri – Coordenação: Maricy Montenegro.
·Curso: Arte nos Processos de Consciência Ecológica
Através do “experienciar”, possibilitar uma nova relação onde a natureza sai das telas e dos livros e passa a ser parte do individuo. Relembrar que a paisagem é o próprio meio de sua criação, e nos conecta com o ser criativo que somos. O curso propõe a sensibilização sobre as questões relacionadas entre o Homem, a Arte e a Natureza.
Datas e horários: 15, 20, 22 e 27 de março, das 8h30 às 12h30, na UMAPAZ; 03 e 05 de abril, das 8h30 às 12h30, na Escola Municipal de Astrofísica (Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Pq. Ibirapuera - portão 10 somente para pedestres; portão 3 estacionamento Zona Azul).
Coordenação: Nadime Boueri Netto Costa
Facilitadora: Christina Belfort
Vagas: 60 pessoas
·Curso "Plantar Sementes - do cultivo à elaboração dos alimentos na escola"
O curso tem como proposta ampliar o repertório da educação ambiental, permitindo aos educadores estabelecer contato com os elementos vitais do planeta, como base para uma compreensão ampla de sua existência e de suas origens. O caminho para a construção desse conhecimento parte do olhar sobre a produção dos alimentos, sua elaboração, propriedades e fontes de energia. A partir dos conceitos e práticas trabalhadas, os educadores poderão semear junto às crianças e adolescentes novos caminhos de integração com a natureza, além de ações saudáveis e criativas em relação à alimentação.
Local: UMAPAZ Endereço: Av. IV Centenário, 1268, portão 7ª, Parque Ibirapuera
Datas e horário: 06, 13, 20, 27/03 e 03, 10/04 na Escola Municipal de Astrofísica (Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Pq. Ibirapuera - portão 10 somente para pedestres; portão 3 estacionamento Zona Azul).- terças-feiras das 9h às 12h.
Facilitadora: Denise Haddad
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Suely Feldman Bassi
·Curso "Alimentação Sustentável"
O curso tem como proposta abordar a importância energética dos alimentos vivos orgânicos que podemos cultivar em nossos quintais, promovendo a saúde e criando fontes de sustentabilidade e oferecer a oportunidade de elaborar pratos saborosos e saudáveis utilizando ingredientes locais.
Datas e Horário: 5, 12, 19, 26 de março na UMAPAZ (Av. IV Centenário, 1268, portão 7ª, Parque Ibirapuera); 2 e 9 de abril na Escola de Astrofísica (ao lado do Planetário Ibirapuera) - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Pq. Ibirapuera (portão 10 somente para pedestres; portão 3 estacionamento Zona Azul), segundas-feiras, das 13h30 às 16h30
Facilitadora: Denise Haddad
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Suely Feldman Bassi
·Curso: O Desenvolvimento do Potencial Criativo do Educador Transdisciplinar
Tem por objetivo a aproximação do ser criativo e da ampliação de abordagens e práticas transdisciplinares; o conhecimento, experiência, sabedoria e reflexão de todas as grandes civilizações pré-modernas, modernas e pós-modernas e a compreensão de uma abordagem integral.
Local: Escola de Astrofísica (ao lado do Planetário Ibirapuera) -Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Pq. Ibirapuera (portão 10 somente para pedestres; portão 3 estacionamento Zona Azul).
Dias e Horário: 13 de março a 12 de junho, terças-feiras, das às 21h
Facilitadoras: Regina Chiesa e M. Christina Belfort
Coordenação: Márcia Amélia Moura - docente da UMAPAZ
Vagas: 50
Local: Escola Municipal de Astrofísica Prof. Aristóteles Orsini – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10
PROGRAMAS E ATIVIDADES CONTINUADAS
•
·Aventura Ambiental no Parque Ibirapuera
Visita monitorada, apresentação do histórico-cultural do Parque, informações sobre sua flora e fauna. Inclui vivências e reflexões que possibilitam vínculo afetivo com a natureza e o despertar de valores humanos. Aberto a usuários, escolas e organizações - crianças, jovens e adultos.
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Thereza Christina Rosa.
· Danças Circulares
As danças circulares fazem parte de um movimento mundial de resgate de danças tradicionais e contemporâneas dos povos, buscando a convivência cooperativa, o respeito por si mesmo, pelo outro e pelo planeta.
Coordenação: Estela Maria G. Gomes, focalizadora de Danças Circulares da UMAPAZ.
Às quartas-feiras, das 9h às 11h – *Durante a reforma a atividade será realizada no Espaço Serraria – Av. República do Líbano, s/n – Portão 7.
·Meditação
Prática que conduz à permanência na quietude e no centro do equilíbrio do Ser.
Às quartas-feiras, das 11h às 12h30. *Durante a reforma a atividade será realizada no Espaço Serraria – Av. República do Líbano, s/n – Portão 7.
· Tai Chi
Prática milenar de origem chinesa para a integração do Céu da Terra e do Ser Humano, que propicia saúde e paz.
Coordenação: Suely Feldman Bassi. Facilitadoras: Jerusha Chang e Maria Cristina Leite
Às segundas e sextas-feiras, das 10h30 às 12h30. *Durante a reforma a atividade será realizada no Espaço Serraria – Av. República do Líbano, s/n – Portão 7.
· Trilhas Urbanas nos Parques Municipais
Oferece a oportunidade de conhecer e interagir com importantes espaços públicos da cidade por meio de trilhas interpretativas realizadas nos parques Municipais. Os parques contemplados com a trilha são: Parque Aclimação, Parque Alfredo Volpi, Parque Trianon, Parque Independência, Parque Jardim da Luz e Parque do Piqueri.
·Oficinas Abertas: Arte na Paisagem e o Lúdico na Natureza
Propõe sensibilizar o olhar e o respeito pela Natureza; explorar materiais naturais, como terra, areia, folhas, sementes, pétalas, fibras, texturas, reutilizando e ressignificando diversos materiais descartados. OBS.: Cada oficina é interdependente. Não é necessário se inscrever
Facilitadora: Ana André - Coordenação: Maricy Montenegro e Ieda Varejão
Publico focalizado: Abertas a todos os interessados. Adultos e crianças.
As danças circulares fazem parte de um movimento mundial de resgate de danças tradicionais e contemporâneas dos povos, buscando a convivência cooperativa, o respeito por si mesmo, pelo outro e pelo planeta. Sua prática trabalha a convivência harmoniosa, a cooperação e o cultivo da amorosidade, além de promover o autoconhecimento, a tolerância, a inclusão e a diversidade. A participação é gratuita. Os interessados podem obter mais informações nas Administrações dos parques. Abaixo locais e datas:
PROGRAMAS E ATIVIDADES CONTINUADAS
• Aventura Ambiental no Parque Ibirapuera
Visita monitorada, apresentação do histórico-cultural do Parque, informações sobre sua flora e fauna. Inclui vivências e reflexões que possibilitam vínculo afetivo com a natureza e o despertar de valores humanos. Aberto a usuários, escolas e organizações - crianças, jovens e adultos.
Agendamento: Tel. (11) 5572-1004
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Thereza Christina Rosa.
• Danças Circulares
As danças circulares fazem parte de um movimento mundial de resgate de danças tradicionais e contemporâneas dos povos, buscando a convivência cooperativa, o respeito por si mesmo, pelo outro e pelo planeta.
Coordenação: Estela Maria G. Gomes, focalizadora de Danças Circulares da UMAPAZ.
Às quartas-feiras, das 9h às 11h – * Não haverá programação dia 22/02, Quarta-feira de Cinzas.
• Meditação
Prática que conduz à permanência na quietude e no centro do equilíbrio do Ser.
Coordenação: Suely Feldman Bassi
Facilitadoras: Jerusha Chang e Jeni Rodrigues Queiroz
Às quartas-feiras, das 11h às 12h30.
• Tai Chi
Prática milenar de origem chinesa para a integração do Céu da Terra e do Ser Humano, que propicia saúde e paz.
Coordenação: Suely Feldman Bassi.
Facilitadoras: Jerusha Chang e Maria Cristina Leite
Às segundas e sextas-feiras, das 10h30 às 12h30.
• Trilhas Urbanas nos Parques Municipais
Oferece a oportunidade de conhecer e interagir com importantes espaços públicos da cidade por meio de trilhas interpretativas realizadas nos parques Municipais. Os parques contemplados com a trilha são: Parque Aclimação, Parque Alfredo Volpi, Parque Trianon, Parque Independência, Parque Jardim da Luz e Parque do Piqueri.
Agendamento: equipetrilhasurbanas@gmail.com
ATIVIDADES DESCENTRALIZADAS
• Oficinas Abertas: Arte na Paisagem e o Lúdico na Natureza
Propõe sensibilizar o olhar e o respeito pela Natureza; explorar materiais naturais, como terra, areia, folhas, sementes, pétalas, fibras, texturas, reutilizando e ressignificando diversos materiais descartados. OBS.: Cada oficina é interdependente. Não é necessário se inscrever
Facilitadora: Ana André - Coordenação: Maricy Montenegro e Ieda Varejão
Publico focalizado: Abertas a todos os interessados. Adultos e crianças.
Datas e Horário: 31/03 e 07,14/04, das 10h30 às 12h30.
• Danças Circulares nos Parques
As danças circulares fazem parte de um movimento mundial de resgate de danças tradicionais e contemporâneas dos povos, buscando a convivência cooperativa, o respeito por si mesmo, pelo outro e pelo planeta. Sua prática trabalha a convivência harmoniosa, a cooperação e o cultivo da amorosidade, além de promover o autoconhecimento, a tolerância, a inclusão e a diversidade. A participação é gratuita. Os interessados podem obter mais informações nas Administrações dos parques. Abaixo locais e datas:
·Programa TAI CHI nos Parques
Prática milenar de origem chinesa para a integração do Céu da Terra e do Ser Humano, que propicia saúde e paz. Público focalizado: Aberto a todos os interessados. Coordenação: Suely Feldman Bassi, docente da UMAPAZ.
- Parque Lions Tucuruvi,localizado na Rua Alcindo Bueno de Assis, 500, bairro do Tucuruvi.
Facilitadora: Emi Miura
Horário: quartas-feiras das 7h às 9h
- Parque Rodrigo de Gásperi, localizado na Av. Miguel de Castro nº 321, Vila Zatt – Pirituba, tel: 39748600.
Facilitadora: Tania Murakami
Horário: segundas-feiras das 7h às 9h
- Parque Raul Seixas – local: Rua dos Murmúrios da Tarde, 211 – Cohab 2 – Cj. José Bonifácio – Itaquera.
Facilitadora: Emilia Miura
Horário: quartas e sextas-feiras das 7h às 9h
·Curso - Era Uma Vez e Ainda É – CEU Parque Bristol
Local: CEU Parque Bristol – Rua Professor Artur Primavesi, s/nº.
Através de curiosas narrativas, permeadas de afazeres artesanais, iremos contemplar a sabedoria e o encantamento da arte de contar histórias. A metodologia prevê encontros com apresentação de teoria e vivências partilhadas.
Dias e Horários: 9, 16, 23 e 30 de março, 13 e 20 de abril, das 19h30 às 22h.
Facilitadora: Maria Cecilia Ferri – Coordenação: Maricy Montenegro (UMAPAZ).
·Curso - Era Uma Vez e Ainda É – CECCO Vila Prudente
Local: CECCO Vila Prudente - Avenida Francisco Falconi, 83 - Vila Prudente
Através de curiosas narrativas, permeadas de afazeres artesanais, iremos contemplar a sabedoria e o encantamento da arte de contar histórias. A metodologia prevê encontros com apresentação de teoria e vivências partilhadas.
Dias e Horários: 9, 16, 23 e 30 de março, 13 e 20 de abril, das 13h15 às 16h45.
Facilitadora: Maria Cecilia Ferri – Coordenação: Maricy Montenegro (UMAPAZ).
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
·Roda de Histórias em Família – Parque da Aclimação
Local: Rua Muniz de Souza, 1119 – Aclimação.
O ”Era uma vez“ descortina o universo da fantasia liberando a imaginação, enriquecendo o mundo interior. Histórias transmitidas de pai para filho estreitam os laços familiares promovendo sabedoria e paz.
Dias e horários: 17 de março, 14 de abril, 12 de maio, das 14h às 17h
Facilitadora: Maria Cecilia Ferri – Coordenação: Maricy Montenegro (UMAPAZ).
O ”Era uma vez“ descortina o universo da fantasia liberando a imaginação, enriquecendo o mundo interior. Histórias transmitidas de pai para filho estreitam os laços familiares promovendo sabedoria e paz.
Dias e horários: 24 de março, 19 de maio e 2 de junho, das 14h às 17h
Facilitadora: Maria Cecilia Ferri – Coordenação: Maricy Montenegro (UMAPAZ).
IMPORTANTE: NO PERÍODO DE REFORMA DA UMAPAZ A BIBLIOTECA ESPAÇO SAPUCAIA NÃO ESTARÁ ATENDENDO AO PÚBLICO GERAL. VOLTAREMOS COM O ATENDIMENTO NORMAL ASSIM QUE A REFORMA TERMINAR.
A biblioteca reúne mais de 3500 livros, com títulos voltados ao meio ambiente e cultura de paz, teses, trabalhos técnicos, periódicos, CD’s, DVD’s, VHS e fotografias, entre outros.
5 de março – A UMAPAZ recebeu os Professores Dr. Sérgio Moretti, Mauro Ruiz e Alexandre de Oliveira e Aguiar, da área de Pós Graduação do Departamento de Administração da UNINOVE.
7 de março – A UMAPAZ recebeu o Dr. David Gershon, Diretor do Empowerment Institute (EUA), para reunião com o Assessor da SVMA, Dr. Hélio Neves; a diretora da UMAPAZ; a coordenação do PAVS na Secretaria Municipal de Saúde, Dras. Yamma Duarte Alves e Eunice Kishinami; Coordenadores e representantes de Coordenações Regionais da Estratégia de Saúde da Família da mesma Secretaria da Saúde; Sra. Célia Cymbalista, da SOS Guarapiranga e os Srs Robert e Renata Cook do Setor 2 e Meio.O assunto foi o programa Empowering Citizen to Adopt Low Carbon Lifestyles, já experimentado exitosamente em outras cidades, como Filadélfia.
06 a 08 de março - Celebração dos 50 anos de Findhorn.
10 de março - 43º Fórum da Aliança pela Infância, com o Prof. Dr. Marcos Ferreira Santos, professor de mitologia comparada e livre-docente da Faculdade de Educação da USP, com o tema O Brincar e a Palavra Habitada.
13 de março - Palestra do Dr. Gilberto Natalini sobre a Conferência de Produção Mais Limpa, prevista para o dia 8 de maio, no contexto do Ciclo de Palestras Rio + 20 Sampa, com a coordenação do sociólogo Valério Igor P.Vitorino.
A UMAPAZ é um Departamento da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da Prefeitura do Município de São Paulo. Em funcionamento desde 2006, a UMAPAZ tem por objetivo o fomento e a facilitação da formação de pessoas para a convivência socioambiental sustentável e pacífica, transdisciplinariedade e interculturalidade, cultura de paz e não-violência e acesso universal à informação.